AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

Antiga missão subsidiária ganha força na FAB

A missão depende de aeronaves disponíveis e de alta velocidade
Nos três meses de 2019, a FAB já transportou 31 órgãos para transplante

Até 2016, a Força Aérea Brasileira realizava missões de transporte de órgãos de acordo com a disponibilidade de aeronaves, pilotos e de horas de voo. Em junho de 2016, contudo, o decreto presidencial nº 8.783 determinou que a FAB realizasse a missão. De lá até agora já foram 693 órgãos transportados.

Nos três meses de 2019, a FAB já transportou 31 órgãos: 13 fígados, 12 corações, quatro rins e dois pulmões. Mais da metade (16) ocorreram a bordo de aeronaves do Esquadrão Guará.

Sediado em Brasília (DF), no centro do território nacional, a unidade também é o único esquadrão do tipo a contar com jatos U-35 e U-55 Learjet, aeronaves de pequeno porte com alta velocidade de cruzeiro. Isso faz a diferença na hora de transportar órgãos que tem menor tempo de “sobrevivência” fora do corpo. No caso do coração, o período entre o procedimento de coleta e a cirurgia de transplante é de no máximo quatro horas.

O próprio esquadrão Guará também conta com aeronaves C-95 Bandeirante e C-97 Brasília, aeronaves também utilizadas por outras unidades aéreas que eventualmente cumprem a missão.

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