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Aviadoras homenageiam Rosemary Mariner

A aviadora à frente do seu caça de ataque A-7

Uma pioneira. É assim que se pode resumir a vida da Capitão Rosemary Bryant Mariner, aviadora da Marinha dos Estados Unidos. O funeral da militar, com 24 anos de serviço e experiência de combater na Guerra do Golfo, teve também uma homenagem inédita.

Caças sobrevoam o túmulo da aviadora. A missão também teve o seu pioneirismo. Foto: Jessica Tezak / The New York Times

Texana, filha de um aviador com experiência de combate na Segunda Guerra e na Guerra da Coreia, Rosemary chegou a lavar aviões na adolescência para poder pagar por horas de voo. Quando ingressou na US Navy aos 20 anos, em 1973, já tinha a certificação da FAA como mecânica e piloto.

Já em 1975 ela se tornaria a primeira mulher dos EUA a voar em um caça monoposto, um A-4 Skyhawk. No ano seguinte, foi para o A-7E Corsair II, sendo a primeira em uma unidade de combate de primeira linha. Em 1990, tornou-se a primeira a comandar um esquadrão, o VAQ-34 Tactical Electronic Warfare Squadron. Foi a bordo de aviões de guerra eletrônica EA-6B Prowler que ela participou da operação Desert Storm, à frente do seu esquadrão.

Em 1993 recebeu sua última promoção, ao posto equiparável ao de Capitão de Mar e Guerra a Marinha do Brasil ou Coronel da Força Aérea Brasileira, e foi para a reserva em 1997, após mais de 3.500 horas de voo em 15 tipos diferentes de aeronaves. Só em porta-aviões foram 17 embarques.

A Capitão Rosemary Bryant Mariner faleceu aos 65 anos, vitimada por um câncer de ovário. Foi homenageada pelo som de quatro caças F-18. Todos pilotados por mulheres, sendo, assim, mais um marco para a pioneira.

Aviadoras se preparam para homenagem no céu. Foto: Jessica Tezak / The New York Times

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