AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

Rafale já perdeu disputa no Canadá

Já exportado para Índia, Catar e Egito, o Rafale ainda é oferecido para mais países após sofrer derrotas como no Brasil

A Dassault não verá seu caça Rafale operar no Canadá. O governo de Justin Trudeau emitiu o documento de requisição de informações (Request for proposals – RFP) para quatro empresas. A Dassault não está na lista.

Continuam na concorrência a Boeing, a Airbus, a Lockheed Martin e a Saab. Cada empresa tem até o começo de 2020 para apresentar suas propostas. Devem ser oferecidos, respectivamente, o F-18 Super Hornet, o Eurofighter Typhoon, o F-35 Lightning II e o Gripen E.

A saída da Dassault foi um pedido dos próprios franceses. Ainda nas fases iniciais do processo seletivo a Dassault argumentou ser difícil de atingir os requisitos de interoperabilidade e de compartilhamento de dados com as forças norte-americanas.

O processo seletivo também é alvo de dúvidas a respeito da imparcialidade. Isso porque o Canadá fez parte do programa de desenvolvimento do F-35 desde 1997, abandonando somente em 2015. Mesmo assim, empresas canadeses que participam do projeto já fizeram negócios no valor de US$ 1 bilhão mesmo sem o país não ter concretizado seu plano de adqurir 65 unidades do F-35.

Agora, a concorrência prevê a aquisição de 88 caças novos para substituir todos os 85 F-18A/B Hornet e mais 25 F-18A/B adquiridos usados da Austrália para complementar a frota. O primeiro substituto deve ser recebido no início de 2025, três anos após a assinatura do contrato.

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