AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

Webjet, Puma, BRA, Fly, Avianca…

A Webjet se apresentava como uma empresa moderninha, da era da informática.... Acabou fagocitada pela Gol

Vasp, Varig e Transbrasil certamente vão deixar saudades por décadas. Porém, a crise (possivelmente) fatal da Avianca lembra a alta taxa de mortalidade das companhias aéreas do Brasil. Falências, fusões e brigas judiciais fazem um grande número de empresas rapidamente passar à memória.

Só de 2010 para cá, sumiram Puma, Noar, Trip e Webjet. A Puma parou seus dois Boeing 737-300 e faliu em 2011. Foi o mesmo ano do desaparecimento da Noar, que perdeu um Let 410 em um acidente e não resistiu. Já a Trip e a Webjet foram incorporadas pela Azul e Gol, respectivamente, em um processo de concentração de marcado. Hoje, complementadas pela LATAM, são apenas três grandes companhias aéreas no Brasil.

Nos últimos 20 anos, também se destacam o desaparecimento da BRA (1999-2007), que chegou a operar 3 Boeing 737 e 8 Boeing 767; Fly (1995-2005); Rico (1960-2010); Rio-Sul (1976-2003); TABA (1976-2002); TAF (1971-2009); Team (2001-2012); Varig (1927-2006/2013), VASP (1933-2005) e Transbrasil (1955-2001).

Jatos 767 da TransBrasil passaram anos se deteriorando no aeroporto de Brasília

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