A Força Aérea Brasileira (FAB) realizou nesta quarta-feira, 23 de julho, em Brasília (DF), o Seminário de Defesa Antiaérea Integrada em Camadas. O tema ganha relevância no cenário em que o Brasil carece de meios adequados para este tipo de missão, sendo a própria FAB limitada à chamada “defesa aérea de ponto”, atualmente com mísseis Igla. As propostas de aquisição de equipamentos de maior alcance não foram efetivadas até hoje.
O objetivo do seminário foi promover debates aprofundados e análises contínuas quanto à capacidade da FAB de proteger o espaço aéreo contra ameaças diversas, que vão desde sistemas aéreos não tripulados e plataformas espaciais até as implicações da inteligência artificial e da automação. No painel final, foi apresentada a análise de desafios, perspectivas atuais, melhores práticas e oportunidades de aprimoramento na defesa antiaérea, além de projetar os próximos passos estratégicos para o setor.

“Para a Força Aérea é um evento muito importante, já que um dos nossos pilares é o Defender. A defesa antiaérea é um conjunto de táticas e equipamentos que contribuem diretamente com a defesa aeroespacial do nosso país. Existem vários avanços que ocorrem, a toque de caixa, e temos visto os novos conflitos em andamento e por isso muitas soluções inovadoras têm sido implementadas, e discutir sobre isso é um dos principais objetivos aqui do nosso seminário”, declarou o chefe da Sexta Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica, Brigadeiro do Ar Fábio Luís Morau.
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