Índia revela protagonismo da artilharia antiaérea contra o Paquistão

Sistemas de artilharia antiaérea têm obtido resultados avançados nas batalhas aéreas atuais. A situação, ocorrida no conflito da Ucrânia, pode ter se repetido na última escaramuça entre Índia e Paquistão, em maio.

Mais comedidas nas declarações que as fontes paquistanesas, as autoridades da Índia confirmaram só agora que seis aeronaves militares do Paquistão foram destruídas. O destaque é que a maioria teria sido por meio dos sistemas antiaéreos S-400, adquiridos da Rússia.

Fontes paquistaneses, nunca confirmadas, detalharam que teriam sido abatido três caças Rafale, um Mirage 2000, um Sukhoi Su-30 e um MiG-29, ao longo de uma feroz batalha aérea com 125 aeronaves, somando-se os dois lados, com mais de uma hora de engajamentos, essencialmente a longas distâncias.

As evidências aparentemente encontradas até o momento envolvem fotos de restos do que seria o Rafale indiano com a matrícula BS-001, o primeiro a ser entregue, em 2019, além de destroços de mísseis PL-15E. Apesar da alta de confirmações, a propaganda dos mísseis fabricados na China foi intensa nas redes sociais.

Humberto Leite

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