A força aérea da Ucrânia negou formalmente informações publicadas em sites estrangeiros de que contaria com um esquadrão de caças F-16 pilotados por mercenários neerlandeses e norte-americanos. O governo uraniano sustenta que a cooperação internacional é limitada ao treinamento e à doação de equipamentos.
De acordo com o divulgado por fontes não oficiais, pilotos com ampla experiência em caças F-16, porém já reservistas, teriam sido contratados principalmente por suas capacidades de operar sistemas avançados, com destaque para o AN/AAQ-33 Sniper Advanced Targeting Pod. A principal missão dos mercenários seria a destruição de drones e mísseis durante ataques noturnos.
Iniciada em há quase 4 anos, em 24 de fevereiro e 2022, a guerra ampla entre Rússia e Ucrânia tem se destacado pelo uso da aviação mais como meio de ataque em profundidade e defesa de ponto. Nenhum dos dois lados parece ter alcançado a superioridade aérea, como visto em outros conflitos recentes. Em um cenário de predomínio da defesa antiaérea, são parcos os relatos de combates aéreos entre caças.
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