O ano começou com avanço para a operação de drones no Brasil. Foi iniciado, em São José dos Campos (SP), o treinamento dos operadores dos sistemas Harpia destinados ao Estado do Amazonas. O objetivo é que que esses Sistemas de Aeronave Remotamente Pilotada (SARPs) possam ser integrados a ações de segurança pública, de defesa civil e de monitoramento ambiental.
O treinamento, com duração de dois meses, inclui aulas teóricas sobre operação e regulamentação do sistema, além de horas práticas de voo, montagem e manutenção das aeronaves, operação de sensores embarcados e manuseio dos softwares.

Desenvolvido pela empresa brasileira Advanced Technologies Security & Defense (ADTECH-SD), o Harpia pode cumprir missões de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR). O Harpia tem 12 horas de autonomia, voando a 100 km/h, podendo voar até 1.200 km. A principal carga útil é formada por sistemas eletro-ópticos em conjunto com equipamento para transmissão em tempo real. O alcance operacional chega a 218 km.
O Amazonas é o segundo estado do País a adotar o Harpia. Recentemente, o estado do Acre empregou o Harpia em missões de monitoramento de áreas alagadas após fortes chuvas. O SARP forneceu imagens aéreas do Rio Acre, do igarapé São Francisco e de outros pontos sensíveis, permitindo uma visão ampla e precisa da situação, essencial para ações de segurança e defesa civil.











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