A Boeing superou as crises de confiança no Boeing 737 Max. A empresa planeja, até o fim de 2025, ampliar a taxa de produção da aeronave de 38 para 42 a cada mês. A meta é chegar a pelo menos 47, mensalmente.
Até julho, as distintas versões do 737 Max já somavam 6.779 encomendas, das quais 1.923 aeronaves já tinham sido entregues. Desenvolvido para promover voos com maior eficiência de uso de combustível e maior alcance, o 737 Max já tinha cerca de 4 mil encomendas antes mesmo das primeiras entregas, em 2017.
A expansão da capacidade produtiva da Boeing para atender aos pedidos pelos 737 Max depende, porém, da aprovação da Federal Aviation Administration (FAA), a agência reguladora de aviação civil dos Estados Unidos. Será verificado se a empresa tem a capacidade de entregar todos os jatos conforme os requisitos de qualidade estabelecidos.
Comentar