AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

Brasileiros se integram aos usuários do Gripen

Gripen da Real Força Aérea da Tailândia, onde militares brasileiros foram observar a operação
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Enquanto a Força Aérea Brasileira realiza por aqui o exercício Cruzex, lá na Suécia um contingente escolhido entre as unidades de caça já se prepara para o recebimento do futuro caça nacional. Até o dia 22, eles vão participar do Gripen Tactical Leadership Training. Trata-se de um exercício em simuladores que reúne representantes de todos os países que já operam o caça: Suécia, Hungria, República Tcheca, África do Sul e Tailândia.

Realizado no Flygvapnets Luftstrids Simulerings Centrum, o centro de simulação da Força Aérea da Suécia, o treinamento pode envolve até oito pilotos simultaneamente, combatendo em diferentes configurações (4×4, 6×2, 7×1, etc). Há ainda quatro posições para controladores atuarem no ambiente, e uma para um controlador aéreo avançado. A simulação adiciona ao cenário outras aeronaves, navios, sistemas de defesa antiaérea, etc.

A ideia não é treinar o voo do Gripen em si, e sim por em prática as táticas da guerra. Por esse motivo, todos os operadores de Gripen podem participar, incluindo o Brasil, onde os pilotos selecionados ainda voam F-5 e A-1.

Hungria e Tailândia

Em setembro e outubro, brasileiros participaram como observadores do exercício Lion Effort, realizado na Hungria com a participação da Suécia e da República Tcheca. Enquanto isso, militares das áreas operacional e logística iniciaram um intercâmbio na Suécia para saber como eles operam seus caças, quais são os óbices, como funciona a parte de recursos humanos, quais as competências necessárias aos pilotos, mecânicos e operadores dos sistemas de suporte, como é a estrutura logística adotada, qual o custo operacional e como tratam a guerra cibernética, entre outros aspectos.

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