AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

China e Reino Unido fazem estreia dos seus novos porta-aviões

Foto: China Military

Há mais dois porta-aviões operacionais no mundo. O primeiro é o chinês Shandong, enviado para a disputada área do Mar do Sul da China na sua primeira missão operacional. Com deslocamento de até 70 mil toneladas e capacidade de levar 44 aeronaves, entre elas 32 caças Shenyang J-15, o navio passou por testes em 2019 e 2020 e alcançou a chamada Initial Operational Capability em outubro do ano passado.

Caça J-15 em testes no porta-aviões chinês Foto: China Daily

O exercício no Mar do Sul da China é o primeiro do tipo da história operacional do Shandong e ocorre em um momento de tensão internacional na área. “Nós esperamos que o mundo possa entender esse exercício de maneira objetiva e racional. A Marinha da China vai continuar a organizar treinamentos semelhantes regularmente”, disse Gao Xiucheng, porta-voz da marinha chinesa. O Shandong chegou à área logo após após a saída do outro porta-aviões chinês, o Liaoning. “Os porta-aviões chineses não são caseiros e viagens de longa distância se tornarão a norma”, afirmou Wu Qian, porta-voz do Ministério da Defesa do país.

Foto: China Daily

HMS Queen Elizabeth deve ter batismo de fogo na primeira viagem

Em sua primeira missão operacional, o HMS Queen Elizabeth deve ter o seu batismo de fogo. Isso porque os caças F-35B a bordo devem ser lançados contra alvos do Estado Islâmico tão logo o navio chegue ao Oriente Médio, previsto para ocorrer no fim de maio.

Foto: Crown Copyright

Devem ser usados os oito F-35B da Royal Air Force embarcados no porta-aviões da Royal Navy. São aeronaves do Esquadrão 617, os “Dambusters”. Nesta primeira viagem, eles são reforçados por dez F-35B do Esquadrão The Wake Island Avengers (VMFA-211), do United States Marine Corps, que além de cumprir missões também ajudam na adaptação operacional dos britânicos.