A Embraer e a Corporação da Indústria Aeronáutica Colombiana (CIAC) assinaram hoje na FIDAE um Memorando de Entendimento para uma possível ampliação na cooperação industrial e técnica visando impulsionar a indústria aeroespacial da Colômbia. O país vizinho é atualmente um mercado importante para a fabricante brasileira, com uma frota de 50 aeronaves tanto na aviação civil quanto militar, incluindo 24 A-29 Super Tucano.
“A assinatura deste MoU fortalece o relacionamento construído ao longo de anos com a CIAC e abre caminho para uma possível ampliação da cooperação técnica e industrial de todo o portfólio da Embraer, o que inclui o A-29 Super Tucano e o KC-390 Millennium”, afirma Fabio Caparica, Vice-Presidente de Contratos da Embraer Defesa & Segurança. “Nosso objetivo é fortalecer ainda mais a indústria aeroespacial colombiana e avaliar oportunidades para integrar a CIAC às cadeias produtivas globais da Embraer”.
Na solenidade de assinatura, chamou a atenção a imensa arte montada na parede, que mostra um KC-390 Millenium em grande destaque, além de um A-29 Super Tucano. Desde o desenvolvimento do KC-390 há suposições sobre o interesse da Colômbia pela aeronave brasileira.

“A assinatura deste Memorando de Entendimento com a Embraer representa um passo estratégico para fortalecer a indústria aeroespacial colombiana e consolidar a CIAC como um ator relevante em cenários internacionais. Esse acordo nos permite avançar na transferência de conhecimento, no desenvolvimento de capacidades técnicas e na integração às cadeias globais, contribuindo para o crescimento do setor e para o posicionamento da Colômbia como referência regional em manutenção, inovação e desenvolvimento aeronáutico”, afirma o Coronel Oscar Francisco Zúñiga Martin, Presidente da CIAC.
A CIAC é uma empresa industrial e comercial do Estado vinculada ao Ministério da Defesa Nacional da Colômbia, com mais de 69 anos de experiência, caracterizada por oferecer serviços de manutenção programada e não programada de aeronaves e componentes, fabricação de sistemas de proteção balística, bem como o projeto e desenvolvimento de aeronaves tripuladas e não tripuladas (VANTs), tanto para o mercado comercial quanto para o de defesa.










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