Era para ser um ano histórico, com comemorações do centenário da Lufthansa, mas a companhia aérea alemã tem enfrentado um cenário pouco festivo. Mais de 40% dos voos programados para os dias 12 e 13 de março foram afetados por conta de protestos de pilotos. Até voos que ligariam a Alemanha a São Paulo ficaram na lista de cancelamentos.
No centro do debate está o plano de pensões para os funcionários, que querem uma maior contrapartida da empresa. Desde 2014 há histórico de paralisações, protestos e greves de funcionários, tendo como pano de fundo as disputados por direitos trabalhistas.
Com mais de cem mil funcionários e um volume de vendas de quase 40 bilhões de Euros em 2025, o grupo Lufthansa também está a frente de outras marcas conhecidas, como Swiss, ITA Airways e Eurowings, porém, o fôlego parece ter sido perdido frente a outros gigantes da aviação global, especialmente no mercado do Oriente Médio e Ásia. Concorrentes como Turkish, Qatar Airways e o próprio grupo Air France-KLM têm ganhado espaço.
No Brasil, por exemplo, a empresa chegou a ser uma das principais ligações do Brasil com a Europa. Hoje, deixou de ter até uma chefia de comunicação, com decisões daqui sendo tomadas nos Estados Unidos.










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