Bombardeiros B-52 Stratofortress agora realizam missões em apoio à Operação Epic Fury, de ataque a alvos no Irã, com o uso de bombas guiadas do tipo JDAM. A informação disseminada pelos Estados Unidos revela mais que uma nova capacidade testada dos bombardeiros pesados, como também indica o enfraquecimento das defesas aéreas iranianas.
Com sua primeira versão tendo voado em 15 de abril de 1952, há quase 74 anos, o B-52 tem se revelado confiável para os EUA pela ampla capacidade bélica. Porém, com baixa velocidade e pouca manobrabilidade, o modelo só é liberado para missões onde as defesas antiaéreas inimigas já foram arrasadas, ou levando a bordo armas de longo alcance, como os mísseis de cruzeiro AGM-158B JASSM-ER.
Os B-2 Spirit, com capacidade stealth, e os B-1B Lancer, capazes de realizar voos supersônicos, continuam a fazer parte das missões da Operação Epic Fury, além de aeronaves mais leves. Porém, os oito B-52 passaram a realizar cada vez mais tarefas, contando com a vantagem de permanecer “on station” por mais tempo e atingir alvos selecionados em um ciclo mais rápido de comando e controle, sendo possível atingir alvos dinâmicos.
Um único B-52 pode levar até 20 bombas guiadas de 907 kg ou 30 de 453 kg, ou ainda 20 mísseis de cruzeiro AGM-158. Já o termo JDAM vem de Joint Direct Attack Munition (JDAM), um kit de orientação que converte bombas não guiadas em munições “inteligentes”, incluindo sistema inercial, GPS e aletas de controle. O termo “Joint” vem do seu desenvolvimento em parceria entre a força aérea e a marinha dos EUA.
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