O Exército Brasileiro atualizou o Portfólio de Programas Estratégicos, com a publicação da Portaria – EME/C Ex nº 1.703, de 4 de março de 2026. Na prática, ainda que as mudanças pareçam ser apenas de nomenclaturas, ficam evidenciadas as decisões sobre os principais programas de aquisição. Entre os principais destaques estão a previsão para mais drones e a integração da defesa antiaérea aos programas do sistema Astros.
Neste último caso, antes existia um programa estratégico de defesa antiaérea e outro denominado Astros. Agora, haverá apenas um, o Astro-Fogos, que terá três subprogramas: defesa antiaérea; sistema de artilharia de campanha de mísseis e foguetes; e sistema de artilharia de campanha. Não é a garantia de que a artilharia antiaérea será executada com o sistema Astros ou que outros sistemas não possam vir a ser usados, mas a coordenação será a mesma.
Ao mesmo tempo, o antigo Programa Aviação do Exército agora passa a se chamar Programa Estratégico do Exército Aviação do Exército e Drones. A expectativa é a de que a força terrestre, que já utiliza tecnologia de pequenas aeronaves remotamente pilotadas, possa dar ainda mais destaque ao setor.
Outros cinco programas estratégicos também figuram agora como prioritários: Forças Blindadas; Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON); Sentinela; IA e Defesa Cibernética; Desenvolvimento do Setor Cibernético na Defesa.










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