Um contingente de 95 militares da Força Aérea Portuguesa, com um frota de quatro caças F-16M, inicia hoje a missão Enhanced Air Policing 2026 a partir da Base Aérea de Amari, na Estônia. O objetivo é reforçar a defesa aérea na região de fronteira com a Rússia, especialmente no Mar Báltico.
Desde 2007, a Força Aérea Portuguesa tem contribuído regularmente para a defesa aérea dos países bálticos e da Islândia, com destacamentos periódicos de aviões F-16M. No caso da região do báltico, esta já é a nona participação. A missão será realizada até 1º de abril.
Esse trabalho é realizado em apoio à Estônia, Letônia e Lituânia desde a entrada desses três países, que não têm aviação de caça própria, na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em 2004. Com o acirramento das disputas contra a Rússia, a tarefa tem sido intensificada.
Os quatro F-16M portugueses farão parte de uma força maior: seis F-16AM da Romênia entraram em alerta ontem, 31 de março, a partir de Šiauliai, na Lituânia, onde desde o fim de novembro estavam onze EF-18 Hornet do Ejército del Aire, da Espanha. Além disso, quatro caças Rafale, da França, também iniciam a mesma missão nesta quarta-feira, ao lado dos F-16 portugueses.
LEIA TAMBÉM:
Base de Portugal tem papel estratégico nos ataques ao Irã
Portugal ajuda a fortalecer bloqueio de armas no Mediterrâneo
Portugal se torna primeiro país da OTAN a receber o Super Tucano
Brasil e Portugal querem versão do KC-390 para missões de inteligência










Comentar