AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

Brasil enfrenta redução do número de destinos internacionais

Aeroporto Internacional do Recife

Apesar da retomada mundial das companhias aéreas após a pandemia, o Brasil ainda não se recuperou na malha internacional. O número de passageiros, de destinos internacionais e de rota permanece abaixo dos patamares de 2019. É o que mostra reportagem da Folha de São Paulo, realizada a partir da base de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Em 2019, o Brasil registrou 21,3 milhões de passageiros em voos internacionais. Já em 2023, enquanto a aviação doméstica conseguiu superar os números pré-pandemia, as rotas internacionais ficaram em 18,7 milhões de passageiros. O número, pelo menos, já representa uma subida frente a 2022, quando foram 13,5 milhões.

Há também retração de rotas. Enquanto em 2018 foi atingido o recorde de 181 trajetos internacionais, em 2023 o patamar chegou a apenas 142. Também caiu o número de países para onde se pode viajar diretamente a partir do Brasil. O recorde havia sido em 2016: 40. Agora, são 31 nações com voos diretos para aeroportos brasileiros.

A reportagem aponta ainda que tem havido uma concentração de voos internacionais no Aeroporto de Guarulhos. O terminal paulista também ainda não se recuperou totalmente do tombo provocado pela pandemia: teve 12,2 milhões de passageiros de janeiro a novembro de 2023, contra 13,1 milhões de 2019. Porém, a retomada é bem mais rápida que a registrada em outros terminais, como o Galeão. 

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