Egito planeja comprar caças stealth chineses

Sob sanções de países do Ocidente por conta de questões de direitos humanos e em meio a tensões políticas entre Rússia e Estados Unidos, o Egito está prestes a adotar uma nova opção para modernizar sua força aérea: a China. O país poderá se tornar o primeiro cliente de exportação do J-31, modelo ainda em desenvolvimento, criado com a expectativa de ser equivalente ao norte-americano F-35.

A possível compra pode encerrar uma celeuma que se iniciou com uma tentativa de comprar caças Su-35 Flanker da Rússia, que acabou barrada após pressões políticas do Ocidente. Depois, até Israel pressionou os Estado Unidos a venderem ao Egito caças F-15, porém o negócio não se concretizou. Porém, a questão dos direitos humanos pesou. Enquanto isso, a França fez a venda de 54 caças Rafale, com cerca de 20 já em serviço.

Porém, o Egito deseja obter o J-31 por conta da percepção de que um caça stealth é necessário para o cenário estratégico atual. O país já adquiriu drones chineses CH4B, ASN-290 e Wing Loong, além de treinadores avançados K-8 Karakorum.

Também há interesse explícito no caça multifuncional J-10, sobretudo por conta da relação custo-benefício, oferecendo capacidades comparáveis a modernos jatos Ocidentais, mas por um custo mais baixo. O destaque é o uso de um avançado radar do tipo AESA.

Humberto Leite

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