AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

EUA investigam mais um caso de jato da Boeing soltando peça em voo

Boeing 767 da Delta, semelhante ao envolvido neste novo incidente. Foto: Anna Zvereva

A Federal Aviation Administration, a autoridade de aviação civil dos Estados Unidos, investiga mais um incidente de aeronave da Boeing soltando uma peça em voo. Trata-se de uma escorregadeira de um jato 767-300ER, da empresa Delta, localizada no último domingo, 26 de abril, em uma praia a seis milhas do Aeroporto Internacional JFK, em Nova York. A peça caiu dois dias antes, logo após a aeronave decolar.

Escorregadeira do 767, localizada em praia próxima ao aeroporto JFK. Foto via Twitter

A Delta já confirmou se tratar do componente da sua aeronave e o recolheu. Não era surpresa. No dia do incidente, a tripulação já havia relatado um alerta de um problema em uma saída de emergência, um som estranho e uma vibração. A aeronave fez um pouso preventivo de volta no aeroporto e, em solo, foi fácil identificar qual parte estava faltando.

Ainda que de pequenas proporções, o incidente com o 767 remete ao problema ocorrido em janeiro, quando uma parte de um jato 737 da Alaska Airlines também se desprendeu após a decolagem. Não houve vítimas e a aeronave pousou em segurança, mas a fabricante enfrentou nova desconfiança internacional, sobretudo por há pouco tempo ter enfrentado a crise provocada pelos dois acidentes com jatos 737 Max.

Em julho de 2023, outra escorregadeira de um 767 voou nos Estados Unidos, em Chicago. A aeronave era da United Airlines. 

Escorregadeiras são usadas para evacuação de emergência, como nesta simulação feita em um Airbus A330. Foto: Shimin Gu

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