A tramitação do orçamento de 2027 para o Pentágono, que começa a valer a partir de outubro, mostra um foco na força de bombardeiros. Agora, além do desenvolvimento do B-21 Raider e da modernização dos B-52 Stratofortresses, cerca de US$ 1,7 bilhão será investido na modernização dos B-1B Lancer e B-2 Spirit.
A meta é manter os B-1B em serviço, pelo menos, até 2037. Já os B-2 não têm sequer um data prevista para aposentadoria. Ambos deveriam ser tirados de atividade nos próximos cinco anos, porém, neste novo cronograma, é possível que a US Air Force tenha os quatro bombardeiros em serviço na próxima década: B-1, B-2, B-52 e B-21. Hoje, a USAF ainda conta com 44 B-1B, dos 104 construídos, além de 19 B-2 Spirit.

As decisões sobre a frota revelam um cenário de demanda de mais uso de bombardeiros, principalmente com armamentos do tipo standoff, de longo alcance. Além disso, os bombardeiros podem levar armamentos inviáveis para aeronaves de menor porte. É o caso das bombas GBU-57 Massive Ordnance Penetrator (MOP), atualmente operacionais apenas com os B-2.
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