A Boeing recebeu do Pentágono um contrato de 1,2 bilhão de dólares para criar duas versões do avião E-7 para atender às necessidades das forças armadas dos EUA. Baseado no 737-700, o E-7 já está em serviço no Reino Unido, Austrália, Coreia do Sul e Turquia. A expectativa é de que um futuro contrato de produção defina o número de aeronaves a serem adquiridas.
O foco dos EUA é a substituição dos 31 E-3, aviões-radar da United States Air Force (USAF), criados a partir do Boeing 707 e com mais de 40 anos de uso. Como os E-7 atualmente produzidos pela Boeing já contam com o radar Multi-role Electronically Scanned Array (MESA), capaz de detectar alvos tanto no ar quanto na superfície, há a expectativa de uma das duas versões também ser usada para a substituição dos 14 E-8 ainda em uso, aeronaves de reconhecimento também baseadas no 707.
Além de haver a troca das células básicas por outras, mais modernas, com menor custo operacional e maior disponibilidade, a troca deve também significar a evolução da própria capacidade de detecção. Na USAF, essas aeronaves são também parte fundamental no sistema de comando e controle, principalmente nas missões realizadas longe do território norte-americano.










