Influência chinesa preocupa forças armadas brasileiras

A crescente influência política, econômica e militar da China é uma preocupação do Ministério da Defesa e deve constar na atualização dos textos da Política de Defesa Nacional (PDN) e da Estratégia Nacional de Defesa (END), a serem enviados ao Congresso Nacional no próximo dia 22. A informação foi divulgada hoje pelo jornal Folha de São Paulo.

Segundo a reportagem assinada por Igor Gielow, os textos não devem trazer nominalmente a referência à China, mas sim a “atores exóticos”. Também não estará descartado o risco de um conflito armado na América do Sul.

Há uma preocupação específica com a região Amazônica, sobretudo na fronteira com a Venezuela. Também há destaque para o Atlântico Sul.

A reportagem da Folha aponta que os documentos vão ressaltar a importância de haver uma regularidade orçamentária para os programas militares. Atualmente, uma meta do Ministério da Defesa é alcançar investimento fixo de 2% do PIB na área, padrão estabelecido pela OTAN mas seguido por apenas 7 dos 29 membros do grupo. Hoje o Brasil investe 1,3% do PIB em defesa.

Redação

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