A frota de 14 jatos E-3A da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) realizou 493 voos de vigilância ao longo de 2023. De acordo com a aliança, desde o início da invasão russa na Ucrânia, esse número tem aumentado e se tornado cada vez maior.
Sediados em Geilenkirchen, na Alemanha, os jatos Boeing E-3A são conhecidos pela sigla AWACS, de Airborne Warning & Control System. As aeronaves se caracterizam pelo radar localizado no dorso, com alcance superior a 400 km, mas também contam com sistemas de comunicação e controle avançados, podendo auxiliar até em missões de suporte a operações navais.
Trata-se de uma operação conjunta financiada por todos os países da aliança militar e com a participação de militares da Alemanha, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Grécia, Hungria, Itália, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia e Reino Unido. O programa foi iniciado na década de 80 e já foi utilizado na prática em diversas missões reais, como nas intervenções nos Balcãs, no Afeganistão e na Líbia.
A expectativa é de que essa frota se mantenha em operação até 2035 e há estudos em andamento para análise de qual aeronave poderia substituir os E-3A, versão militarizada do Boeing 707. O Boeing E-7, baseado no 737, é o favorito para se tornar o futuro jato AWACS da OTAN.
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