AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

Projeto F-35 já terá modernização

Foto: U.S. Air Force photo by R. Nial Bradshaw
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Ao entrar em serviço o caça F-35 Lightning II foi apresentado como uma aeronave plenamente multifuncional. Porém, o Departamento de Defesa decidiu gastar mais US$ 36 milhões de dólares para a empresa Lockheed Martin aprimorar as capacidades para missões de supressão de defesas aéreas inimigas.

Chamadas de destruction/suppression of enemy air defences (DEAD/SEAD), essas missões se destacam pelo alto grau de complexidade. O papel das aeronaves envolvidas é localizar, destruir ou pelo menos reduzir a capacidade das defesas antiaéreas inimigas, sejam redes de radares, lançadores de mísseis, baterias de canhões ou outros sistemas que ameaçem os voos na área. Para isso, utilizam sensores de detecção, equipamentos de guerra eletrônica e armamentos específicos para a destruição de radares inimigos, como o míssil AGM-88 High Speed Anti Radiation Missile (HARM).

Os F-35 modificados devem receber mudanças estruturais para permitir a incorporação de novos sistemas. Os trabalhos de desenvolvimento devem ir até agosto de 2022 e beneficiar tanto as aeronaves dos Estados Unidos quanto dos seus aliados.

Assim como aeronaves mais antigas, como o F-16, F-15 e EA-6, o F-35 entrou em serviço com capacidade de realizar missões DEAD/SEAD. Porém, o Pentágono tem se preocupado em novas ameaças, como radares de novas geração e mísseis antiaéreos de maior capacidade. Entre as respostas a esses desafios está a adoção do novo míssil AGM-88E AARGM e a futura Stand-in Attack Weapon (SiAW).

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