Principal aliado militar dos Estados Unidos, o Reino Unido completou a sua frota de caças F-35 Lightning II, do qual participa do desenvolvimento e da produção. As aeronaves de número 46, 47 e 48 foram recebidas na Base Aérea de Marham, em Norfolk. Porém, é possível que a Lockheed Martin consiga mais vendas.
Os 48 jatos adquiridos pelo Reino Unido são da versão F-35B, de decolagem curta e pouso vertical (VSTOL). É uma versão criada para substituir os caças AV-8B Harrier/Sea Harrier, que têm essa característica. No caso britânico, a frota foi inicialmente pensada para operar a bordo dos dois porta-aviões da classe Queen Elizabeth, ainda que operações a partir do solo sejam recorrentes.

Agora, aumenta a expectativa para se atingir o número de 138 aeronaves, o que representaria uma compra de 90 unidades adicionais. Não há definições, porém, nem de prazos, nem se os britânicos permaneceriam apenas com a versão B ou se adotariam o F-35A, para operações convencionais a partir de bases aéreas, que são mais baratos e têm alcance maior.
Há, contudo, duas questões sobre a mesa. A primeira tem sido o atraso na integração de sistemas e de armamentos. Hoje, estão atrasados os planos para integrar o míssil de cruzeiro Spear 3 e o míssil ar-ar MBDA Meteor. O segundo aspecto é que a indústria local pressiona para concentrar investimentos no caça Eurofighter Typhoon, produzido no próprio Reino Unido.
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