A pandemia de Covid-19 modificou o mercado internacional de aviação e algumas mudanças poderão se tornar definitivas, como empresas trocarem reuniões presenciais por teleconferências, o que impacta diretamente as companhias aéreas. Neste cenário de queda de demanda, é necessário operar aviões do tamanho certo. E a Embraer espera que suas aeronaves possam assumir um papel maior no mercado. O segredo é exatamente oferecer soluções do tamanho certo.
É essa ideia principal apresentada em um artigo assinado por Rodrigo Silva e Souza, vice-presidente de marketing da divisão de aeronaves comerciais da Embraer. O texto The Right Time for Rightsizing é direto: “um E2 novo pode substituir um velho A320, por exemplo, e reduzir as emissões de CO2 em 33%”. Para Embraer, a sua linha de E-jets é a solução ideal para que as empresas substituam seus aviões atuais por soluções menores, sem perder competitividade.
“Aeronaves de menor capacidade e do tamanho certo permitiriam mais frequências, manteriam slots valiosos em aeroportos congestionados, melhorariam a conectividade da rede, reduziriam os tempos de trânsito e atrairiam tarifas mais altas. Os voos ponto a ponto ligando cidades de médio porte podem se tornar mais populares, exigindo aeronaves do tamanho certo”, afirma o texto.
Leia a versão completa do texto (em inglês)
O cenário da Embraer atualmente reflete a situação enfrentada por toda a indústria aeroespacial. No terceiro semestre 2020, a empresa entregou sete aeronaves comerciais e 21 executivas (19 jatos leves e dois grandes). No mesmo período do ano passado, foram 17 aeronaves comerciais e 27 executivas (15 jatos leves e 12 grandes).
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