A US Air Force enfrenta dificuldades com seus mísseis AIM-9X SideWinder. Conforme relatório do Department of War, elaborado para as definições orçamentárias para 2027, cerca de 42% desses armamentos não estariam preparados para uso, em caso de necessidade. A US Navy, que também opera o AIM-9X, teria indisponibilidade de 22%. O máximo aceitável seria de 14%, para ambas as forças.
O problema estaria no campo de software. Até setembro do próximo ano, serão realizados desenvolvimentos e testes para assegurar que a programação dos mísseis não entre em conflito com seus processadores, de forma a efetivamente aproveitar os desenvolvimentos mais recentes nas unidades de controle e de navegação. O plano é manter a aquisição de 11 mil unidades de AIM-9X, a fim de substituir os modelos anteriores.

Até lá, a US Air Force e a US Navy não devem reduzir o uso dos AIM-9X nas aeronaves enviadas para missões reais. Porém, o uso em atividades de treinamento pode sofrer impacto. Essa versão entrou em serviço em 2003 e tem recebido aprimoramentos em série, fazendo parte do arsenal dos caças F-22, F-35, F-15, F-16, F-18 e EF-18, além dos drones armados MQ-9 Reaper.
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