AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

De Havilland oferece versões avançadas do CL-415

A empresa canadense De Havilland lançou no mercado novas versões dos seus aviões anfíbios de combate a incêndio. Neste mês, a novidade é a adoção da suíte de aviônicos Collins Pro Line Fusion para os modelos CL-215T e CL-414. Com customizações para a tarefa de combate a incêndios, a nova tecnologia tem como objetivo manter o modelo como uma opção viável no mercado.

Neste ano, a empresa já havia anunciado o novo DHC-515 (conhecido anteriormente como CL-515. Com capacidade para lançar até 700 mil litros de água em um dia de atividades, tem como principal vantagem poder encher seus tanques em 12 segundos, a partir de passagens no mar, lagos ou rios. Também houve melhorias aerodinâmicas para o voo em áreas de montanhas e sob a influência do ar quente dos incêndios florestais.

Atualmente, mais de 150 unidades de CL-215 e CL-415 estão em uso, a grande maioria para tarefas de combate a incêndios. A nova versão tem como objetivo substituir as aeronaves antigas, e já haveria um pré-contrato para 22 unidades.

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Redação

Comentário

  • Devido as queimadas e incêndios florestais que ocorrem anualmente em várias regiões do nosso país, afetando nossas florestas e biomas, deveríamos ter um esquadrão com aeronaves modernas e anfíbias centralizado na região central do país para atender estas eventualidades de combate a incêndios em todo território nacional. Este esquadrão poderia ser operado por uma Força Nacional vinculada ao órgão de meio ambiente e apoiada por forças de segurança estadual e federal em um trabalho coordenado no ar e na terra. Seria de grande utilidade na Amazônia, Pantanal e demais regiões do país, afinal temos um patrimônio ambiental que devemos conservar e proteger para as futuras gerações do Brasil e de importância para as atividades humanas de maneira sustentável em todas as áreas. Países europeus como França e Espanha utilizam estas aeronaves operando com esta finalidade.
    Oportunidade também para nossa indústria aeronáutica desenvolver aeronaves de vários modelos, inclusive anfíbias, pois estas poderiam se abastecer diretamente nos rios e lagos facilitando e otimizando as ações de controlar e extinguir os incêndios.
    Importante destacar que atualmente poucos países tem esta tecnologia de fabricar este tipo de aeronave, o que abre espaço para nossa indústria aeronáutica inserir neste mercado. Devemos considerar que os incêndios estão afetando também o clima e o uso deste tipo de aeronave será fundamental nesta tarefa de proteger o ambiente de todos nós.

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