AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

Gol aposta no 737 Max e já negocia seus 737 NG

Boeing 737 da GOL decolando do Aeroporto de Congonhas (CGH/SBSP). Foto: Ariadne Barroso
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A Gol assinou com a Carlyle Aviation a venda e arrendamento de 11 aeronaves Boeing 737 da versão Next Generation (NG). Na prática, as aeronaves foram vendidas e continuarão operando nas rotas da Gol, sendo devolvidas assim que a companhia aérea tiver como voar seus 737 da versão Max 8, atualmente afastados de operação.

Até 2025, aproximadamente 50% da frota será composta por 737 MAX. Nos próximos cinco anos, a transição para o MAX deve aumentar a produtividade em mais de 20% e reduzir o consumo de combustível em aproximadamente 15%. “Acreditamos que o Boeing 737 é a melhor aeronave para o mercado brasileiro devido à sua capacidade de atingir mais de 13 horas de utilização de aeronaves em mercados de alta densidade”, afirmou Celso Ferrer, Vice-Presidente de Operações da GOL.

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A venda dessas 11 aeronaves reduzirá a dívida líquida da GOL em aproximadamente R$500 milhões, composta por uma redução de R$130 milhões na dívida de arrendamento financeiro e um aumento de R$370 milhões na liquidez de caixa. “A GOL acelerou seu plano de renovação e modernização de frota tendo em vista as condições favoráveis do mercado para transações de aeronaves Boeing 737 NGs”, disse Richard Lark, Vice-Presidente Financeiro da GOL. “Nosso histórico de ganhos consistentes obtidos a partir de nosso portfólio de aeronaves tem proporcionado a criação contínua de valor para todos os acionistas da GOL”, completou.

Desde 2005, quando a GOL firmou seu primeiro pedido de 80 aeronaves Boeing 737s, a companhia obteve mais de R$1,5 bilhões em ganhos em seu portfólio de aeronaves. O pedido de 2005 possuía 40 aeronaves financiadas com uma garantia do Ex-Im Bank dos EUA e 40 aeronaves financiadas por transações de venda e arrendamento. Todas as aeronaves da GOL foram vendidas para partes não relacionadas, com ganhos, e todos os recursos foram utilizados para pagar as devoluções de aeronaves e reduzir os endividamentos garantido e não-garantido.

No processo de transformação da frota da GOL para aproximadamente 50% de aeronaves Boeing MAX até 2025, espera-se criar mais de R$4,0 bilhões em valor para todos os acionistas da GOL, composto por mais de R$2,0 bilhões de valor patrimonial em aeronaves (ativos) e mais de R$2,0 bilhões em crescimento da receita operacional, decorrente de maior produtividade da receita e menor consumo de combustível.

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