AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

Governo vai leiloar 22 aeroportos, mas sem Congonhas e Santos Dumont

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O Ministério da Infraestrutura prepara para o dia 7 de abril os leilões de 22 aeroportos, mas não é dessa vez que o mercado privado terá acesso a Congonhas e Santos Dumont, cobiçados pelo número de passageiros. A lista dos aeroportos a serem negociados tem como principais destaques os de Manaus, Goiânia e Curitiba/São José dos Pinhais.

Os leilões serão divididos em três blocos. O Bloco Sul é formado por 9 aeroportos: Curitiba/São José dos Pinhais (PR), Bacacheri/Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS). Sete compõem o Bloco Norte I: Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), Rio Branco (AC) e Cruzeiro do Sul (AC). E outros seis formam o Bloco Central: Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís (MA), Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE).

O investimento total nos três blocos supera os R$ 6,6 bilhões, sendo R$ 2,9 bi no Bloco Sul, R$ 2,14 bi no Bloco Central, e R$ 1,68 bi no Bloco Norte. “Teremos um leilão que promete ser muito competitivo. Temos interessados para todos os blocos e estou muito entusiasmado. Estamos oferecendo excelentes ativos e ninguém quer ficar de fora”, avalia o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Apesar do otimismo, o valor esperado precisou ser reduzido por conta da crise do setor de aviação causado pela pandemia. Ao mesmo tempo, os esperados leilões dos aeroportos de Santos Dumont e Congonhas, ambos entre os mais movimentados do país, ainda estão em fase de estudos. O edital é esperado apenas para 2022.

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