Caças JAS-39C Gripen da Real Força Aérea da Tailândia e J-10C da Força Aérea da China participam nesta semana do exercício Falcon Strike 2026, a partir da Base Aérea de Udorn, na Tailândia. É a nova edição do treinamento, que desta vez se destaca por colocar em evidência o J-10C, que acumulou nos últimos anos a sua estreia em combate e suas primeiras exportações.
Desenvolvido em paralelo ao jato de quinta geração J-20, o J-10C é apresentado pela China como uma aeronave multifunção com tecnologia avançada para combate aéreo. Isso teria se mostrado válido em maio de 2025, quando aeronaves desse tipo, operadas pelo Paquistão, teriam destruído pelo menos um caça Dassault Rafale, operado pela Índia, durante tensões fronteiriças. O maior destaque teria sido o uso de mísseis de longo alcance.
Em paralelo, as exportações começam a ocorrer. O Uzbequistão acaba de receber as primeiras de 24 unidades adquiridas. A Indonésia também avança para ter a sua frota. Já o Paquistão, com o sucesso adquirido, deve ampliar o número total para 72 unidades. Hoje, são 20 unidades em serviço e 16 encomendadas. Há outras negociações no mercado, com destaque para Bangladesh.
Já a Tailândia opera oito JAS-39C e quatro JAS-39D desde 2016, em complemento à frota de F-16A/B. Em 2024, foi anunciado que haverá a compra do Gripen E/F, semelhante aos já operados pelo Brasil, a fim de substituir os caças norte-americanos.
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