AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

KC-390 perde contrato para o C-130J

Protótipo 01 do KC-390 prefixo PT-ZNF
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Poderia ter sido uma venda relevante para a Embraer. A empresa brasileira chegou a estar próxima de assinar a venda de jatos KC-390 Millenium para a Nova Zelândia, mas o governo daquele país acaba de dar sinal verde para a compra de cinco quadrimotores C-130J-30, da norte-americana Lockheed Martin. O negócio é avaliado em US$ 1,52 bilhão.

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Os cinco C-130J-30 vão chegar entre 2024 e 2025 para substituir cinco C-130H, versão mais antiga da aeronave. A venda teve apoio do governo dos Estados Unidos, por meio do programa Foreign Military Sales, e inclui ainda um simulador e o treinamento de tripulantes e mecânicos.

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As aeronaves terão na Nova Zelândia a missão de prover suporte aerologístico para as forças armadas do país, além de serem utilizadas em missões humanitárias e no suporte ao programa antártica neozelandês. Um dos itens adquiridos foi um sistema de imageamento ótico com transmissão de dados em alta velocidade via satélite.

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Redação

Comentários

  • Apesar de o contrato ter sido assinado agora, essa concorrência já havia sido encerrada desde o ano passado com a escolha do C-130J. A razão principal foi política, ou seja, ter o mesmo equipamento da Austrália.

  • Parece aquela história do gordinho rico que joga mal no campinho, mas se alguém reclama dele, ele ameaça levar q bola. Assim é os Estados Unidos da América, sempre ganhando de tudo e de todos, como o gordinho…

  • Norte Americanos, jogam com os anglo-saxões no mundo todo. Apoiaram Inglaterra contra Argentina nas Guerra das Malvinas, com mísseis, satélites, etc., violando tratados OEA. A união do Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, e EUA, quando a coisa aperta (vide Segunda Guerra mundial), é um fato histórico. Exército dos EUA era totalmente segregado na II Guerra Muncial. Nossos pracinhas não, e se misturavam no exército brasileiro, descendentes de janoneses, africanos, nordestinos, árabes, judeus, sulistas (de sangue alemão e italiano), com tudo que é raça que tem no Brasil. Os oficiais norte-americanos ficavam de cabelo em pé com isso. Não entendiam nossa forma de união. Eles tem preconceito contra qualquer latino, não importa a cor dele, nem se é loiro, moreno, de raça negra, índio, oriental, e etc. O latino, pode ser descendente de angolano, de alemão, ucraniano, italiano, japonês, português, africano, judeu ou árabe. Para eles, saiu da América Latina, é latino e pronto. Acham que abaixo do Rio Grande (fronteira do México), todo mundo é latino pobre. Sempre consideraram América Latina seu quintal. Por isso, os latinos tem que se unir e acordar. Isso tem que ser feito no capitalismo mesmo, mas com autonomia, um latinismo, abraçado com os “hermanos”, e muita integração econômica com independência tecnológica, da América Latina. É uma vocação e uma necessidade, seja pela logística, pela distância de outros continentes, afinidades de todo tipo, e dificuldades mútuas, e etc., O mundo ainda verá isso acontecer.

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