AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

F-35 fica mais barato de comprar, e mais caro de operar

O F-35 gerou, até o momento, a compra mais cara da história da aviação militar mundial
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Uma boa e uma má notícia para os países aliados dos Estados Unidos que adquiraram ou planejam adquirir o Lockheed Martin F-35 Lightning II. De acordo com a agência financeira Bloomberg, o custo para a aquisição de um modelo do tipo é atualmente cerca de 7,1% a menos que o estimado no projeto. Porém, manter os jatos pode sair até 7,8% mais caro.

O custo de aquisição caiu por conta do sucesso comercial: era estimado que até 2019 tivessem sido negociadas 764 unidades para outros países, além dos Estados Unidos. Porém, um total de 809 foram vendidos. O aumento é o suficiente, inclusive, para compensar as perdas previstas pela redução da velocidade de produção estimada pela Lockheed Martin, que pode entregar em 2020 um total de 117 aeronaves, e não as 141 planejadas.

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Até o momento, mais de 500 unidades já foram entregues pela empresa, sendo mais de 350 da versão F-35A e mais de cem da F-35B. O F-35C, por enquanto adotado somente pelos Estados Unidos, tem uma produção mais lenta. Além da fábrica da Lockheed Martin em Fort Worth, no Texas, há também linhas de montagem ativas na Itália e no Japão.

A frota já acumula mais de 250 mil horas de voo desde a entrega do primeiro exemplar, ocorrido em 2011.

F-35B do UMSC em operação embarcada

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