AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

Pentágono quer mais F-35 e F-15EX, menos F-16, KC-135 e A-10

Jatos A-10 Thunderbolt II em treinamento na Coreia do Sul Foto: Mya M. Crosby / USAF
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O Pentágono divulgou as metas do seu orçamento para o ano fiscal de 2022, que começa em 1º de outubro de 2021 e vai até 30 de setembro de 2022. Segundo o site The Drive, o pedido orçamentário é de US$ 715 bilhões, cerca de 11 bilhões a mais do ano fiscal atual. O Congresso ainda irá avaliar o documento e poderá fazer cortes ou mesmo ampliar alguns itens.

Ao todo, devem ser adquiridos 85 caças F-35, sendo 48 F-35A para a USAF, 15 F-35C para a US Navy e 17 F-35B para o USMC. Isso representa três unidades a mais que o pedido para o ano fiscal de 2021, que havia sido de 82 caças, porém neste último ano o Congresso aumentou a encomenda para 96 unidades.

Também há o pedido para 12 novos caças F-15EX Eagle II. E 1,5 bilhão deve ir para o programa de desenvolvimento do Next Generation Air Dominance (NGAD), futuro caças de sexta geração. Outros 2,8 bilhões vão para o desenvolvimento do bombardeiro stealth B-21 Raider. No momento, a meta será operar 145 unidades.

A lista de compras do Pentágono inclui também 14 reabastecedores KC-46A Pegasus, 14 HH-60W Jolly Green II, três MC-130J Commando II, um E-11A e seis aeronaves do programa Armed Overwatch, que poderão ser o Bronco II, o MC-208 Guardian, o AT-6E Wolverine, o AT-802 Sky Warden ou o MC-145B Wily Coyote.

O pedido orçamentário também revela quais projetos não devem ser mais ampliados. É o caso dos MQ-9 Reaper e dos F/A-18E/F Super Hornet, sem novas encomendas. Também devem ser aceleradas as aposentadorias dos Hornet mais antigos e de 48 F-15C/D. Outros 47 F-16C/D também devem ser estocados. Já a frota de A-10 será reduzida de 281 para 239 aeronaves. Em seu site oficial, a USAF também confirmou a parada de quatro dos 16 E-8C, 20 RQ-4, 13 C-130H, 18 KC-135 e 14 KC-10A.

Já os clássicos B-52 continuam em forma. A USAF pediu US$ 716 milhões para seus B-52H, a fim de trocar motores e modernizar radares e sistemas de comunicação. Outros US$ 483 milhões foram investidos no ano fiscal 2021.

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