Portugueses realizaram 25 interceptações de alvos russos

A Força Aérea Portuguesa concluiu sua missão de policiamento aéreo reforçado da OTAN (eAP) na Base Aérea de Ämari, na Estônia, iniciada em abril. Os quatro caças F-16AM acumularam mais de 480 horas de voo e realizaram mais de 25 interceptações alfa, registrando mais de 75 horas de voo em resposta a aeronaves não identificadas que se aproximavam do espaço aéreo da OTAN.

Portugal é operador de caça F-16 desde 1994, tendo participado de missões reais no Kosovo, quatro anos depois. Em 2003, voou pela primeira vez a versão modernizada. Isso permitiu que os portugueses se mantivessem na primeira linha de defesa aérea da OTAN. Desde 2007, a Força Aérea Portuguesa tem contribuído regularmente para a defesa aérea dos países bálticos e da Islândia, com destacamentos periódicos de aviões F-16M. No caso da região do Báltico, esta foi a nona participação.

Neste deslocamento, além da defesa aérea, também foram realizados os exercícios Baltic Dragon 26, Ramstein Alloy 26, Spring Storm 26 e Ramstein Flag 2026. As tripulações portuguesas participaram de missões Flexible Deterrence Option (FDO) e participaram de mais de 50 missões integradas de treinamento de apoio aéreo aproximado (AAS) ao lado de forças terrestres bálticas e aliadas do Reino Unido, França e Canadá, e completaram mais de 100 missões de treinamento integradas com destacamentos de caças romenos e franceses, contribuindo com mais de 180 horas de voo para operações combinadas.

Caças F-16 de Portugal. Foto: Christian Timmig

Humberto Leite

Autor

Edições de Asas

PRÉ VENDA – NOVA EDIÇÃO DA ASAS

Editora Rota Cultural, 2026 – Todos os Direitos Reservados – Site desenvolvido por Estúdios Labirinto.