Super Hornet cumpre requisito para operar em porta-aviões sem catapulta

Desenvolvido para a US Navy e exportado para Austrália e Kuwait, o Super Hornet deve ser operado por mais um país. O caça da Boeing cumpriu o principal requisito da Índia para a operação a bordo do porta-aviões INS Vikrant.

Lançado ao mar em 2013, Vikrant deve entrar em serviço ainda em 2022 com o sistema STOBAR (Short Take-Off But Arrested Recovery), que prevê a decolagem com o uso de sky jump ao invés de catapultas. Se por um lado há a redução da complexidade, por outro as aeronaves precisam decolar com menos peso.

Por isso, entre maio e junho, um F-18 Super Hornet fez testes em uma base indiana com o uso de uma rampa semelhante à do Vikrant. Ficou constatada a capacidade de decolar com até dois mísseis antinavio AGM-84 Harpoon, o que era o pedido indiano. A Boeing já vinha realizando testes desde 2020 para atestar a segurança.

Agora, a Boeing é considerada favorita para o negócio. Após utilizar caças russos MiG-29K no seu atual porta-aviões INS Vikramaditya, os indianos cogitaram o Rafale e até a versão navalizada do Gripen.

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