Após Donald Trump validar o acordo para a venda de caças F-35A Lightning II para os Emirados Árabes Unidos apenas horas antes de deixar a Casa Branca, e Joe Biden paralisar o negócio, o país do Oriente Médio continua confiante no recebimento dos jatos. Pelo menos é o que revela o otimismo de Yousef Al Otaiba, embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Washington.
Durante uma conferência virtual com o Washington Institute, no último dia 1º de fevereiro, ele classificou a análise do governo Biden como meramente “pro forma”. “Nós fizemos tudo by the book e eles vão descobrir isso durante essa revisão e vão autorizar”, afirmou o diplomata.
Ao todo, o contrato pode alcançar 23 bilhões de dólares. Seriam 10,4 bilhões por 50 F-35A, 2,9 bi por 18 drones MQ-9B e um total de 10 bilhões de dólares em armamentos ar-solo. As entregas começariam em 2027.
Até agora, o F-35 havia sido autorizada para venda a países da OTAN (Bélgica, Canada, Dinamarca, Reino Unido, Holanda, Noruega, Polônia, Itália) e países com longo histórico de parceria estratégica com os Estados Unidos (Austrália, Japão, Cingapura, Coreia do Sul e Israel). A Turquia foi expulsa do programa de vendas após decisões políticas do país, incluindo a compra de sistemas antiaéreos de origem russa.
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