Após colocar seus caças de quinta geração J-20 Mighhy Dragon em serviço há dois anos, e avançar no desenvolvimento do jato naval Shenyang J-31 e do bombardeiro H-20, ambos stealth, a China pode estar desenvolvendo um caça de nova geração, com um novo conceito operacional.
A suspeita ficou por conta de um artigo publicado na Acta Aeronautica et Astronautica Sinica, revista científica chinesa especializada em tecnologia aeroespacial. O texto aponta que as aeronaves de combate no futuro devem se focar na capacidade de coletar informações e lançar mísseis modernos, o que vai tornar a manobrabilidade algo superado.

O texto é assinado por Yang Wei, vice-presidente da Aviation Industry Corporation of China (AVIC), conglomerado chinês responsável pelo desenvolvimento e industrização do J-20, do J-31 e do H-20, além de outros projetos, como o J-10, JF-17 e L-15. A relevância do artigo de Wei, que esteve à frente do desenvolvimento do J-20, resultou em uma reportagem dos sites Forbes, Global Times e National Interest.

Analistas ocidentais apontam que o J-20 já não é um caça bom no combate aéreo próximo. Ele seria otimizado para penetrar no território inimigo para atacar alvos estratégicos ou, no cenário ar-ar, passar pela detecção de radares para destruir alvos de grande valor, como bombardeiros ou aviões-radar do tipo AWACS.
De acordo com o site Global Times, um futuro caça deve ser focado nesse tipo de missão, sendo caracterizado pelo longo alcance, poder de fogo e uma eletrônica avançada para coletar muitos dados e permitir decisões rápidas. A inteligência artifical deve ser detacada para auxiliar o piloto.
Há analistas ocidentais que apontam como 2035, daqui a quinze anos, o prazo para o lançamento do novo caça chinês.
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