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Embraer mira no leste europeu

KC-390 durante demonstração em Le Bourget, em 2019. Até agora, os 2 clientes de exportação são europeus: Portugal e Hungria Foto: Matti Blume
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A Embraer anunciou a abertura de um escritório na Hungria, país da OTAN que já fez a encomenda de duas aeronaves KC-390. O objetivo da empresa brasileira é fomentar a cooperação e ter um centro administrativo para o desenvolvimento de projetos na Europa Central e do Leste. A Embraer classifica a Hungria como um dos seus “mercados selecionados”.

Um dos sinais do foco da Embraer na área está na escolha do executivo que foi até o país celebrar a expansão. É Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa e Segurança, braço da companhia responsável por projetos militares. “A Embraer deseja aumentar sua presença na Hungria e expandir nossa rede com expoentes de alta tecnologia húngaros e outras partes interessadas, com o objetivo de estabelecer uma cooperação bem estruturada com algumas das empresas mais qualificadas e inovadoras do país”, disse. No banner utilizado durante o evento oficial, além do KC-390 também aparecer um A-29 Super Tucano, aeronave até hoje sem clientes europeus.

O escritório ficará em Budapeste e empregará funcionários húngaros, tanto da área administrativa quanto de engenharia, que trabalharão em estreita colaboração com as equipes da Embraer no Brasil. O país tem se aproximado do Brasil diplomaticamente nos últimos anos.

“Há menos de um ano, começamos a trabalhar juntos para construir as capacidades de transporte e reabastecimento da nossa força aérea. Esperamos expandir esta cooperação com atividades de engenharia e industriais entre a Embraer e o setor de defesa aeroespacial húngaro, que está em franca evolução”, disse Gáspár Maróth, Comissário do Governo da Hungria para o Desenvolvimento da Defesa.

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