AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

FAB inicia treinamento para missões aéreas de “pacote” e defesa antiaérea

Até o próximo dia 25 de novembro, o Rio Grande do Sul é o cenário de um exercício operacional de larga escala da Força Aérea Brasileira. São mais de 50 aeronaves envolvidas em um treinamento que tem como foco fortalecer a doutrina de missões aéreas compostas, chamadas pela sigla inglesa COMAO (Composite Air Operation). A cada missão do tipo, informalmente chamada de “pacote”, dezenas de aeronaves decolam em um curto espaço de tempo para atingir os mesmos objetivos, porém cada uma com a sua responsabilidade específica.

Chamado de Escudo-Tínia, o exercício operacional conta com caças F-5M, A-1M e A-29; aeronave de controle aéreo avançado E-99; aeronaves de reconhecimento remotamente pilotadas RQ-450 e RQ-900; além das aeronaves de apoio e transporte logístico: C-95M Bandeirante; C-99; C-105 Amazonas; KC-130 Hércules; KC-390; e o helicóptero H-60L Black Hawk. Serão praticadas ações como defesa aérea, escolta, reconhecimento aéreo, controle e alarme em voo, ataque, varredura, reabastecimento em voo, posto de comunicação no ar e transporte aéreo.

As atividades aéreas e terrestres ocorrerão nas Bases Aéreas de Canoas (BACO), Santa Maria (BASM) e na cidade de Santana da Boa Vista. Ao todo, mais de 800 militares estão envolvidos, desde pilotos de combate à intendência operacional.

Defesa antiaérea

O exercício operacional Escudo-Tínia servirá também para o adestramento dos meios antiaéreos, inclusive da Marinha e do Exército. A FAB enviou para o cenário do exercício seus três Grupos de Defesa Antiaérea. Também estão por lá a Bateria de Artilharia Antiaérea (BiaArtAAe) do Batalhão de Combate Aéreo (BtlCmbAe) da Marinha do Brasil e Baterias de Artilharia Antiaérea (BiaAAAe) dos Grupos de Artilharia Antiaérea (GAAAe) do Exército Brasileiro. Não está prevista, porém, a participação nem da aviação naval nem dos helicópteros da força terrestre.

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