Três países avaliam a aquisição do Embraer KC-390 Millenium: Grécia, Colômbia e Chile. As conversações estão avançadas, são públicas e podem ampliar ainda mais a carteira de pedidos do jato multifunção, já selecionado por onze países, incluindo o Brasil.
Na América Latina, onde a Embraer costumava ter as principais exportações de suas aeronaves, o KC-390 ainda não conseguiu exportações. Colômbia, Chile e a Argentina eram considerados clientes potenciais desde o início do projeto. Porém, só agora as conversas parecem mais resolutivas com os dois primeiros.
No caso da Colômbia, o recente acidente com um C-130 Hércules sublinhou a importância da renovação da frota. Além disso, a aquisição de caças F-39 Gripen, que podem ter componentes fabricados no Brasil, ajuda a estreitar os laços com a Embraer. O país já opera o Super Tucano.
No caso do Chile, há uma expectativa de a dupla Gripen e KC-390 assumir o protagonismo do exercício militar Salitre, programado para ocorrer entre 27 de junho e 12 de julho. Isso deve repetir o sucesso de apresentações anteriores realizadas pela Embraer. Não há, porém, uma perspectiva de pressa, como ocorre na Colômbia.
Por fim, o ministro da defesa da Grécia, Nikos Dendias, visitou Lisboa e, na pauta de debates com as autoridades portuguesas, esteve a possibilidade de aquisição de três KC-390. Portugal foi o primeiro usuário de KC-390 na OTAN e tenta assumir protagonismo como revendedor do jato desenvolvido e fabricado no Brasil.
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