Sem porta-aviões no Pacífico, os Estados Unidos reforçaram a presença dos seus bombardeiros estratégicos na região. Três B-1B Lancer foram deslocados para a Ilha de Guam no último dia 1º de maio.
De acordo com a Bomber Task Force, o objetivo é prover meio para treinamento das forças aliadas na região. “O B-1 provê todas as oportunidades de treinamento que o B-52 oferece, além de incluir o treinamento com mísseis de longo alcance anti-superfície”, explica o Tenente-Coronel Frank Welton, chefe de operações da Pacific Air Forces.

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Atualmente, o B-1B é a aeronave norte-americana com a maior capacidade de levar armamentos convencionais. Entre as opções estão os mísseis LRASAM, a mais avançada arma antinavio dos Estados Unidos, e as bombas guiadas JDAM. Além disso, a aeronave se descata por poder voar em velocidades supersônicas, algo inviável para o B-52 ou o B-2.
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A Base Aérea de Anderson, na Ilha de Guam, possui a estrutura necessária para receber esse tipo de aeronave. De lá, é possível cumprir missões na Ásia, na Oceania e na África, sempre com apoio de aeronaves de reabastecimento em voo. Os B-1 estiveram deslocados lá em 2017, enquanto em 2019 foi a vez dos B-2 Spirit.
“Deslocamentos como esses permitem aos nossos tripulantes aumentar seu estado de prontidão e de treinamento necessários para enfrentar qualquer potencial crise ou desafio no mundo”, explica o Coronel Ed Sumangil, comandante da 7ª Bomb Wing, sediada na Base Aérea de Dyess, no Texas.
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