AVIAÇÃO MILITAR & DEFESA

Reino Unido reclama por atrasos do Boeing E-7

E-7 da Royal Australian Air Force. Foto: Tomás Del Coro

O Air Chief Marshal Sir Richard Knighton, chefe do estado-maior da Royal Air Force, durante uma sessão com o Defence Select Comittee realizada no início de novembro, falou publicamente sobre o gap em termos de aviões-radar e dos atrasos da Boeing para a entrega dos jatos E-7. O militar classificou que a empresa norte-americana é diretamente responsável pelo atraso.

A Boeing havia acordado a entrega do primeiro E-7 para 2023, mas não irá cumprir o prazo. O compra se arrasta desde 2019, quando foi anunciada a aquisição de cinco aeronaves por aproximadamente 2,09 bilhões de dólares. O prazo inicial para a primeira entrega era 2021 e, nos anos seguintes, houve a prorrogação para mais dois anos e o corte de cinco para três aeronaves.

E-7 da Royal Australian Air Force Foto: Eugene Butler

Enquanto isso, o Ministério da Defesa britânico decidiu aposentar seus últimos E-3D Sentry em 2021, deixando a Royal Air Force sem meios para cumprir a missão. Aeronaves foram, inclusive, dadas de graça para o Chile. Seis meses depois, com a eclosão da guerra na Ucrânia, aumentaram as obrigações de defesa aérea sobre o próprio território e de aliados, deixando evidente a ausência operacional.

LEIA TAMBÉM:

EUA vão gastar US$ 1,2 bi para adaptar o E-7 às suas necessidades

OTAN inicia operações para monitorar espaço aéreo sobre a Ucrânia

USAF enfrenta dificuldades com sua frota AWACS 

Chile recebe E-3 D AWACS (dado de graça pelo Reino Unido)

NOVA EDIÇÃO DA ASAS!

USE O CUPOM: FRETE GRÁTIS

Carrinho