AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

Fim da Recessão? Brasil deve encerrar 2020 com mais de 800 jatos executivos

Jato executivo Embraer Praetor 600 Foto: Embraer
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Após anos de estagnação, a frota de aviões executivos voltou a crescer no Brasil. Eram 769 em 2018 e passaram a ser 793 em 2019. A expectativa é que em 2020 o número cresça ainda mais.

O mercado esteve praticamente parado a partir de 2014. Só de 2017 para 2018 houve um aumento de 13 unidades. No ano seguinte, o crescimento foi de 24 unidades.

Os números são vistos como uma prova da recuperação econômica do País. “O principal indicador da melhora é a demanda por jatos. É o maior termômetro do mercado de aviação porque somente empresários com vigor financeiro e que vislumbram cenário positivo para negócios fazem esse investimento”, explica Flavio Pires, Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag).

A aquisição de jatos executivos não está relacionada somente ao mercado de luxo. Essas aeronaves são utilizadas por empresas para a realização de negócios. No caso brasileiro, quando contados os turboélices e os aviões com motores a pistão, a frota total de aeronaves executivas é de 15,6 mil.

Sem crise: novo aeroporto de SP reflete boom da alta renda

A empresa com maior investimento atual na área é a JHSF. A empresa investiu quase R$ 700 milhões na construção do primeiro aeroporto executivo do Brasil, próximo a São Paulo. Dos 60 slots disponíveis, após dois meses desde a inauguração, a empresa já fechou contrato para 30 e, em breve, vai inaugurar os serviços para voos particulares internacionais.

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