AVIAÇÃO COMERCIAL & PRIVADA

Governo quer duplicar número de usuários de transporte aéreo

Aeroporto São Gonçalo do Amarante. Foto: Inframérica

“A nossa meta é duplicar a quantidade das pessoas que vão poder andar de avião e ampliar a quantidade de aeroportos estaduais”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França. A fala ocorreu durante o anúncio da relicitação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, localizado a 30 quilômetros do centro de Natal.

Conforme o ministro, é prioridade do Governo Federal investir em mecanismos que possam baratear o custo das passagens aéreas no Brasil. Entre as medidas apontadas pelo mercado, estão o combate ao preço elevado dos combustíveis. O governo também fala em modernizar a rede de aeroportos regionais para ampliar o uso do modal aéreo por pessoas que atualmente estão longe dos aviões.

Ainda que provocado por interesse da atual administradora e iniciado no governo anterior, o processo de relicitação do aeroporto potiguar foi apresentado como parte desse esforço. A previsão é de que o leilão seja realizado em 19 de maio. Quem vencer a disputa vai administrar o terminal aéreo potiguar pelos próximos 30 anos e terá a obrigação de investir pelo menos R$ 308,9 milhões no ativo, a fim de elevar os níveis de segurança operacional e de serviços prestados aos usuários.

Leiloado em 2011, o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante foi o primeiro do Brasil a ser concedido à iniciativa privada, no início da década passada, e é considerado o maior exportador de cargas do Nordeste, além de ser o segundo melhor do país dentre os aeroportos que recebem 5 milhões de passageiros por ano, de acordo com pesquisa de satisfação da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), do Ministério dos Portos e Aeroportos.

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Redação

Comentário

  • Não se vão conseguir duplicar o número de usuários porque está prevista uma recessão global, a tal marolinha. Mas uma coisa se deve prestar muita atenção; este papo de ampliar a quantidade de aeroportos. Acho que já vimos este filme antes, obras superfaturadas, inacabadas e, quando “concluídas”, subutilizadas. A mesma estória de novo?
    Nada melhor que a mão do estado para construir o que não se pediu aonde não se precisa.

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