Vistos por muitos como antiquados e inúteis para a guerra aérea moderna, caças F-5E Tiger II foram utilizados pelo Irã, em 1º de março, para atacar Camp Buehring, uma instalação militar dos Estados Unidos no Kuwait. A história foi divulgada pela imprensa estatal iraniana após a assinatura do acordo de paz, celebrado nesta sexta-feira, 18 de junho.
A história é audaz. Os F-5E teriam voado a baixíssimas alturas sobre as águas do Golfo Pérsico, a menos de 15 metros das ondas, utilizando a potência máxima dos motores. Isso teria permitido fugir da detecção de radares em solo, em embarcações, de aviões-radar E-3 AWACS e de caças do Kuwait e dos Estados Unidos. Além disso, o perfil de voo teria surpreendido os rivais.
De acordo com os relatos dos iranianos, as bombas lançadas causaram incêndios, tendo sido destruídos helicópteros que estavam na área. Além disso, sustentam que foram lançados diversos mísseis antiaéreos contra eles e que caças F-18 Super Hornet do Kuwait foram acionados, mas na confusão acabaram abatendo os três F-15E Strike Eagle dos Estados Unidos, vítimas de fogo amigo.
Meios de comunicação de países Ocidentais ressaltam que não há evidências de que os detalhes divulgados tenham realmente ocorrido.
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