A perda de pelo menos um avião-radar E-3 AWACS no conflito contra o Irã, além da obsolescência desses jatos, produzidos entre 1977 e 1992, fez com que o Pentágono ampliasse a importância da aquisição de substitutos. O orçamento de 2027 terá US$ 1,55 bilhões para o desenvolvimento da versão específica a ser utilizada pela US Air Force.
Baseado na célula do Boeing 737 Next Generation, o E-7 entrou em serviço com a Real Força Aérea da Austrália em 2009. Hoje, o país já tem seis unidades em serviço. A Coreia do Sul possui quatro, o mesmo número da Turquia. Já a Real Força Aérea, do Reino Unido, está com uma aeronave em serviço e espera outras duas.
A Casa Branca chegou, em 2025, a cancelar a compra do E-7, mas o conflito contra o Irã mostrou tanto as deficiências da frota de E-3 quanto às necessidades operacionais. Antes da guerra, havia 16 E-3 em serviço. Um foi comprovadamente destruído e há relatos de um segundo perdido.
A US Air Force tem como requisito que os novos aviões-radar tenham capacidade de identificar caças de quinta geração, como o J-20 chinês ou o MiG-57 russo.
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